Como ser um Consultor Ambiental de sucesso?

     Quer ser um consultor ambiental de sucesso?

Esse post é para você!

     Em todos os âmbitos há profissionais medianos e profissionais de excelência, e o que os torna diferentes são suas atitudes perante os serviços recebidos. A qualidade é um quesito básico, que vem acompanhada do empenho e seriedade do consultor, este devendo sempre estar atualizado sobre as leis ambientais aplicáveis a seu setor e nicho, e das novas necessidades da área.

     A pontualidade é outro fator fundamental, mas que muitos deixam a desejar. Entregar projetos no prazo determinado, chegar no horário em reuniões e eventos, ou inclusive antes, fazem com que sua credibilidade no mercado se eleve. Sabe-se que há casos em que o cliente deseja ou necessita que o projeto seja entregue em tempo recorde, mas é necessário ser sincero quanto a viabilidade de execução para com o cliente. A responsabilidade, apesar de essencial, não é praticada por muitos.

     Ademais a isso, para alcançar seus clientes é necessário comunicação, prospecção ativa e passiva, participar de eventos, fóruns, manter relacionamentos. O famoso network ou rede de contatos nada mais é que estabelecer relações benéficas profissionalmente, seja para uma possível parceria, ofertas de emprego ou simplesmente para troca de informações.

     É de extrema importância o tão conhecido “pensar fora da caixa”, inovações agregam valor ao seu serviço. Uma destas é o uso de drones, GPS e outras tecnologias para mapeamento, geoprocessamento, estudos pré-campo, dentre outros. Essas tecnologias além de serem possíveis diferenciais servirão como facilitadores e organizadores de seus serviços.

     Outros fatores para destaque do consultor são a experiência, de intermediária à avançada, em programas de texto, planilhas e apresentações e um bom perfil profissional em redes sociais. Se a propaganda é a alma do negócio, uma boa apresentação do profissional e de seu produto contam e muito no mercado de trabalho.

Texto: Thais Pixinine

População Indígena x Coronavírus – Entenda como a COVID-19 afeta populações indígenas no Brasil

O Dia do Índio é comemorado no dia 19 de Abril e foi criado na tentativa de preservar as tradições e identidade dos povos indígenas, além de promover um reflexão crítica sobre o passado desses povos e os impactos da dominação europeia. Diante da importância sócio-cultural de se manter tais tradições amparadas e respeitadas, inúmeros órgãos e associações foram criados ao longo dos anos seguintes para zelar pelas populações indígenas do Brasil, entre eles destacam-se a FUNAI (Fundação Nacional do Índio) e a SESAI (Secretaria Especial de Saúde Indígena), subsistema do Ministério da Saúde.

O novo cenário de pandemia em que o Brasil se encontra reforça ainda mais a necessidade de garantir fácil acesso a boas condições de saúde. Pessoas do grupo de risco, como idosos, pessoas com condições preexistentes, com sistema imunológico mais sensível e grupos desprotegidos por conta de marcadores sociais que dificultam o acesso a serviços de saúde, como o nível de renda e o distanciamento regional, precisam de política públicas que promovam proteção contra o vírus e atenção médica durante a pandemia.

Acredita-se, pela maior parte da sociedade, que o fator biológico, a que se refere a imunidade, seja o principal vetor da vulnerabilidade dos povos indígenas perante a COVID-19. Entretanto, segundo artigo do Instituto Sócio Ambiental (ISA), as experiências de indígenas no Brasil com epidemias são historicamente ferozes. Pois, além do sistema imunitário, há a dificuldade de acesso à saúde e acabam sofrendo muito com as doenças transmitidas pelo contato com a sociedade nacional. Isso tudo, aliados aos costumes indígenas de compartilhamentos de objetos e a vida em comunidade são os fatores proporcionam situações de risco.

Após o estabelecimento do vírus no Brasil, grupos indígenas tem tomado suas próprias medidas para prevenir a contaminação, isolando-se de outras aldeias e cancelando comemorações étnicas afim de evitar aglomerações. Porém, ainda solicitam uma ação do governo federal para preparar o sistema de saúde para protegê-los da doença.

Um documento, elaborado pelo Ministério da Saúde, traz recomendações a respeito do acesso as terras indígenas, restringindo a entrada de pessoas em todos os territórios indígenas por causa da vulnerabilidade desses povos as doenças respiratórias devido queimadas, o que pode provocar uma maior probabilidade de contágio pelo novo Coronavírus. Foi disponibilizado também 12 documentos com orientações e informações destinadas aos 34 Distritos Especiais de Saúde Indígena que atendem cerca de 800 mil indígenas aldeados em todo o território brasileiro.

Culturas inteiras podem desaparecer se maiores medidas não forem tomadas. E em meio a tudo isso, conflitos antigos como o desmatamento ilegal não param e os ataques contra lideranças e territórios indígenas continuam com força. Nesse dia do índio precisamos reconhecer que suas pautas continuam sendo deixadas de lado e os indígenas continuam existindo e resistindo nesse país que ignora sua existência até em momentos vulneráveis como o que nos encontramos. 

Texto: Andrea Longo

 

Fontes:

https://www.socioambiental.org/pt-br/noticias-socioambientais/

https://www.saude.gov.br/saude-indigena