Horta terapêutica: Os benefícios da infância até a terceira idade.

Estudos realizados com acompanhamento de terapeutas ocupacionais e psicólogos indicam que atividades ligadas ao meio ambiente, como o cultivo de hortas, são extremamente benéficas para a saúde física e mental. Isso desde a infância, apresentando ótimos resultados no tratamento de depressão, autismo, ansiedade ou síndrome de Down, até a terceira idade, ajudando no desenvolvimento de pacientes com doenças degenerativas como o Alzheimer e Parkinson.

Entre os múltiplos benefícios das hortas estão:

– Melhora o humor e reduz o estresse;
– Proporciona bem-estar;
– Reabilita pacientes mental, emocional e fisicamente;
– Ajudam a estabelecer vínculos emocionais com o ambiente e com as pessoas ao seu redor.

Em escolas o contato com plantas e pequenos animais ajudam as crianças a entender a importância da natureza, estabelecendo relações entre o meio ambiente e suas formas de vida. Pedagogicamente, proporciona praticas em equipe que exploram a multiplicidade das formas de aprender. No âmbito emocional, a experiência enriquece a sensação de pertencimento dos alunos, de seus educadores e dos funcionários da escola.

Já na terapia ocupacional, realizada em casas de repouso, ocorre uma melhora no relacionamento de um paciente com os demais e com a terapeuta. Além dele desenvolver destreza manual, sensibilização motora, flexibilidade física, memorização visual, percepção e, em alguns casos, desperta algumas habilidades criativas, como música e pintura.

Lembrando que você pode se beneficiar com o poder terapêutico das hortas até em sua própria casa, pois não exigem grandes espaços.

Se deseja saber mais sobre nossos projetos entre em contato ou deixe seu e-mail que mandaremos mensagem.

Texto: Gisele do Santos Cabral e Sara Kelly R. Medeiros

Fontes:

<https://www.greenme.com.br/morar/horta-e-jardim/8000-hortoterapia-cura-atraves-plantio>

<https://www.brasildefato.com.br/2019/02/07/horta-escolar-e-usada-como-reforco-para-alimentacao-saudavel/>

<https://www.geledes.org.br/a-jardinagem-como-terapia-e-um-modo-de-fazer-politica/>

<https://ojs.unesp.br/index.php/revista_proex/article/view/1007/922>

<https://emais.estadao.com.br/noticias/geral,jardinagem-como-terapia,316269>

A Gestão Ambiental como Precursora de Ganhos nas Organizações

Junho é o mes do Meio Ambiente e no dia 17  é comemorado o Dia do Gestor Ambiental, então conheça nesse post as vantagens da implementação do (SGA) Sistema de Gestão Ambiental nas empresas e contribua para um Meio Ambiente saudável melhorando ainda mais os seus processos produtivos.

Resultado de imagem para Sistema de Gestão Ambiental – SGAA implementação de um SGA, Sistema de Gestão Ambiental constitui-se em um processo contínuo, identificando oportunidades de melhorias que reduzam os impactos das atividades da empresa sobre o meio ambiente, melhorando, simultaneamente, a situação da mesma perante o mercado e suas possibilidades de sucesso.

O objetivo de um SGA vai além de formas pontuais de proteger a natureza, estendendo-se a todas as etapas do ciclo produtivo e difundindo-se por toda estrutura da empresa. Busca-se a valorização dos empreendimentos verdes,  englobando um conjunto de políticas, práticas e procedimentos técnicos e administrativos com o objetivo de obter melhor desempenho ambiental.

A ISO 14001: É a norma que estabelece os requisitos de implementação e operação do sistema de gerenciamento ambiental. Sua utilização é um meio de garantir às empresas uma administração eficaz e eficiente dos assuntos ambientais. A norma ISO 14001 se propõe a fornecer a organizações de todos os tipos e tamanhos, elementos para um SGA efetivo, que podem ser integrados com outros sistemas gerenciais para auxiliá-los a atingir objetivos ambientais e financeiros. Imagem relacionada

O sistema elaborado de acordo com a norma ISO 14001, tem como base metodológica a ferramenta conhecida como PDCA (do inglês plan – planejar, do – executar, check – verificar e act/action – agir).
Existe uma fase anterior a esta, conhecida como pré-planejamento desenvolvido antes de rodar o primeiro ciclo de PDCA. É nela que se estabelecem os requisitos gerais e a política ambiental da empresa, que serão base para todo o sistema posterior.

Para ser considerado um empreendimento verde, um negócio deve percorrer um caminho que demanda esforços e investimentos, uma vez que depende de comprometimento em todos seus setores para a melhoria dos processos. Mas a proposta do SGA aplicada às empresas traz inúmeros benefícios:

  • Minimização do desperdício de água na produção;
  • Minimização do desperdício de energia;
  • Minimização das perdas de matéria-prima; 
  • Minimização da geração de resíduos;  
  • Minimização da poluição;
  • Redução de custos;
  • Controle e redução de impactos ambientais;
  • Redução no índice de acidentes de trabalho;
  • Aumento da produtividade;
  • Conformidade  com a legislação vigente;
  • Melhoria dos serviços e produtos;
  • Conscientização dos funcionários;
  • Melhor posicionamento da marca no mercado;
  • Facilidade da empresa entrar no mercado exterior;
  • Possibilidade de certificação.

Ressaltando ainda a tendência da procura por produtos e serviços oriundos de empresas ecologicamente conscientes e socialmente responsáveis e a possibilidade de conquistar financiamentos e programas de investimento, que aumentam consideravelmente com o bom histórico ambiental das empresas.

Assim, dentro de um contexto organizacional a gestão ambiental abrange o conceito de eco eficiência: produzir mais com o menor impacto ambiental possível. Uma das grandes razões para a adoção da prática de eco eficiência são os ganhos financeiros envolvidos.

Texto: Jully Almeida

Fontes: graltec.com/sistema-de-gestao-ambiental-ciclo-pdca/; www.teraambiental.com.br/blog-da-tera-ambiental/sistema-de-gestao-ambiental-sga-o-que-e-e-qual-e-a-sua-importancia; www.blogsegurancadotrabalho.com.br/2015/01/o-que-e-sga.html; mundoambiente.eng.br/new/meio-ambiente/gestao-ambiental/; www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/biologia/objetivos-de-um-sistema-de-gestao-ambiental-sga/27105

(Re)pense

Segundo o relatório da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) de 2013, 1/3 dos alimentos produzidos é desperdiçado por ano, isso corresponde a cerca de 1,7 bilhão de toneladas. Apenas no Brasil – um dos dez países com maior desperdício de alimentos do mundo -, 26.3 milhões de toneladas de alimentos têm o mesmo fim, sendo nesse processo também desperdiçados toda a energia, mão de obra, água, embalagens e outros fatores envolvidos desde o processo de produção ao descarte. Você já parou para observar quanto lixo produz? Segundo pesquisas, cada brasileiro produz cerca de 1 kg de lixo por dia, sendo a maior parte de origem orgânica.

Pensa que acabou por aí? Vamos falar sobre a agropecuária. O diretor do documentário “Cowspiracy”, Kip Andersen, relata: “Eu descobri que um hambúrguer de 114 gramas requer quase 2.500 litros de água para ser produzido. Eu tenho tomado banhos curtos para economizar água e descubro que comer apenas um hambúrguer é equivalente a dois meses inteiros de banho”. Já Ana Claudia Duarte do blog Noo declarou: “Há quem diga que ‘a ignorância é uma benção’. Minha sugestão é que se você não estiver pronto para encarar os impactos que o seu consumo de alimentos causa no meio ambiente não continue essa leitura, pois a intenção é que ela mexa na sua zona de conforto. Agora, se você – assim como eu – acredita que a consciência sobre as nossas escolhas pode sim mudar o mundo, então eu te convido a falarmos sobre um assunto que é ignorado pelas principais entidades que deveriam defender o meio ambiente e que já foi causa da morte de mais de 1.100 ativistas nos últimos 20 anos – apenas aqui no Brasil.”

Ainda segundo a FAO, 70% da água é destinada a atividade agropecuária. Segundo a Embrapa, aproximadamente 80% da Floresta Amazônica foi desmatada para fins de criação de rebanho, levando consigo toda a biodiversidade presente no local. Enquanto todo combustível fóssil utilizado nos meios de transporte – carros, caminhões, navios, trens e aviões – é responsável por 13% das emissões, a agropecuária é responsável por 51%. A pecuária produz 130 vezes a quantidade de dejetos eliminados pelos humanos e, em geral, este subproduto é lançado na natureza sem tratamento adequado, principalmente nos oceanos. No Brasil, com seus 200 milhões de habitantes, há 240 milhões de cabeças de gado, no mesmo lugar onde não há estrutura necessária para tal demanda. O paradoxo consiste na cultura do churrasco, também de origem brasileira.

Os dados acima servem para conscientizar num grau mínimo sobre os impactos das nossas escolhas quando vamos ao mercado e a sua importância. Portanto, planejem suas compras para evitar o desperdício, procurem saber dos métodos de produção e a maneira de descarte do produto, ou da embalagem, faça a compostagem dos alimentos orgânicos, prefira o natural.

 “Ontem eu era esperto, então eu quis mudar o mundo. Hoje eu sou sábio, então estou mudando a mim mesmo” (Rumi)
Texto escrito por: Giuliana Faillace

Desmitificando a Alimentação Orgânica

A base da nossa saúde está diretamente ligada à alimentação e para que esta esteja equilibrada os alimentos que consumimos devem prover isso de forma adequada. Entretanto, atualmente, não são todos os alimentos que cumprem esse papel, gerando sérios danos a saúde humana e ao meio ambiente, devido ao seu modo de produção. A forma de produção convencional abusa da quantidade de agrotóxico e a exposição incorreta ou prolongada a esses produtos químicos pode causar distúrbios como enjoos e vômitos, abortos, fetos com má formação, a doenças graves como câncer e problemas hepáticos e até levar a óbito. Além disso, uma análise feita pela Anvisa, mostra que 28% dos alimentos disponíveis no mercado apresentam limites de agrotóxicos acima do  recomendado ou substâncias não aprovadas para o produto.

  Diante de todos esses fatores que cercam a alimentação orgânica e a alimentação convencional, ficam evidentes os benefícios e prejuízos de cada uma. A alimentação moderna tem conduzido não apenas a problemas para a saúde humana, mas também está relacionada às mudanças ambientais. Assim, o princípio do equilíbrio deve ser resgatado, devemos reconsiderar nossos hábitos, pois uma alimentação de qualidade previne doenças e é um poderoso recurso terapêutico, não colocando em risco nem a saúde, seja do consumidor ou produtor, nem o meio ambiente.

Texto escrito por: Júlia Ribeiro